segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Dudu foi chifrado :D


Só podia ser em pagodão msm, huahuahuahuahua... Esse episódio não podia passar em branco. Tinha tudo pra dar certo, festa, pagode, muita gente bonita e simpática, porém, todo lugar tem gente ruim, alguns desordeiros começaram a criar tumulto no meio do espectadores e Dudu Nobre(será que é nobre mesmo?) aproveitou e saiu do palco alegando que houve quebra de contrato por falta de segurança, o Diretor de Cultura sobre no palco e veja só o que acontece;


"Só pq vc tomou chifre da bombom não venha descontar em Manhuaça, meu amiiigo", Diretor de Cultura.

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK...
dos melhores vídeos do ANO.


domingo, 8 de novembro de 2009

PROMOÇÃO: Ganhe um Ipig.




O Portal Infonet vai presentear você, internauta, com um IPIG. Para ganhar este belo prêmio, basta criar um vídeo respondendo à seguinte pergunta: “Quem você escolheria para ser o presidente do Brasil e por quê?” Você pode citar pessoas famosas ou até mesmo alguém do convívio familiar, como um vizinho, por exemplo! O segredo é caprichar na criatividade! Mas lembre-se: a utilização de nomes políticos para promover propagandas eleitorais não será permitida. Visite a página da promoção aqui.

Topless de Mena Suvari


Ela Ficou conhecida por sua atuação em Beleza Americana (1999) e por atuar nos dois primeiros American Pie. Mena Suvari é uma das mais gatas de Hollywood, na minha opinião, ao lado de outras beldades como Angelina Jolie, Scarlet Johanson... enfim, ela foi flagrada curtindo um Topless numa praia exótica da América Central(provavelmente Caribe). Como diria Marcos Bianchi;"Que beleeeeeeeeeeeza rapáá". Enjoy :D



Desde o bom Beleza Americana ela se tornou meu sonho(impossível) de consumo. ¬¬*

sábado, 7 de novembro de 2009

O verdadeiro Ateu


pense nisso...



Sou um ateu quando se trata do deus violento da jihad
Sou um ateu quando se trata do senhor que converte pela espada
Sou um ateu quando se torna missão de políticos usar a religião como munição

Eu creio em Você, o artista de arvores e galáxias
Eu creio em Você, o poeta dos oceanos e rios e córregos
Eu creio em Você, no Deus de compaixão que nos chama para a ação
Eu creio em Você...

Eu não posso crer no que eles crêem, mas eu creio em Você
Eu creio em Você, o majestoso arquiteto do espaço e do tempo
Eu creio em Você, o compositor da beleza e da musica da vida
Eu creio em Você, o santo perdoador e selvagem reconciliador
Eu creio em Você...

Sou um ateu dos deuses da ganância que ignoram os necessitados
Sou um ateu dos deuses que levam aos outros a tortura e o sofrimento
Sou um ateu quando se aceita a visão dos poucos escolhidos,
que julgam e condenam quem deles é diferente

Eu creio em Você, poderoso e manso e gentil em poder
Eu creio em Você, a palavra falada com boas notícias ao quebrado
Eu creio em Você, o mistério transcedente, conosco na história
Eu creio em Você...

Bryan McLaren

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O inferno dos ateus




Um ateu morre e vai para o céu. Chegando lá é recepcionado por São Pedro:

- Hummm… (lendo o livro da vida pregressa do ateu)… infelizmente meu filho, você não pode adentrar no reino celestial. Você, desde jovem, declarou-se ateu. Até mesmo no leito de morte, você ficou firme no seu ateísmo. Lugar de ateu é no Inferno.

Resignado, o ateu desce às profundezas abissais em procura da entrada do Inferno. Lá chegando tem um choque. A entrada do Inferno parece-se com aqueles grandes cassinos de Las Vegas. Logo na entrada, lindas mulheres recepcionam o ateu.

Extremamente surpreso o ateu adentra no Inferno e é recebido por um homem elegantemente vestido com um terno branco e uma flor no bolso do paletó.

- Seja Bem-Vindo, meu grande amigo! (diz efusivamente) Eu sou Satanás, seu anfitrião por toda a eternidade e qualquer coisa que você queira é só pedir diretamente para mim ou para aquelas lindas mulheres. (abaixando a voz) A ruiva de vestido preto vai te levar à loucura.

A imagem do inferno era fabulosa: uma longa pradaria onde o comum era a relva baixa e flores. Ao fundo uma pequena sequência de montanhas.

Percebia-se um pequeno rio à esquerda, onde o ateu reconheceu Nietzsche e Voltaire, com varas de pescar em uma mão e um copo de vinho na outra. Riam alto! À direita, num restaurante com uma enorme varanda, o ateu discerniu somente numa mesa Thomas Paine, Robert Ingersoll e Thomas Jefferson, este último acenando e apontando para um livro em sua mão. Era o último livro de Richard Dawkins.

Confuso, desnorteado, o ateu não consegue entender o que está acontecendo. Só ouve o Satanás ao seu lado, falando como se fossem dois grandes amigos tomando cerveja num barzinho. E ele não parava de falar:

- Meu amigo, aqui você poderá fazer tudo o que você sempre quis. Nada é proibido, desde que você obtenha prazer. (acenando para um homem que passava). Oi Giordano!

O homem retorna o cumprimento. O ateu curioso pergunta:
- Aquele era Giordano Bruno?
- Hã? Ahh… sim! Desculpe-me por não apresentá-lo, mas não se preocupe, pois irá conhece-lo nas noites de quinta-feira. Todas as quintas fazemos jogatina, após o jogo de futebol. O único que não joga é o Karl Marx.

De repente, interrompendo a conversa, o céu fica escuro com nuvens negras e ventos fortes, com descargas de relâmpagos e trovões que parecem anunciar o dia do Juízo Final.

O ateu vê que a pradaria, outrora linda, virou uma fossa abissal que expelia de suas entranhas, labaredas sulfurosas, como línguas demoníacas.

No meio do céu tempestuoso, um homem aparece, gritando loucamente e ardendo em chamas, caindo diretamente na fossa aberta no chão. Tão logo o homem é engolido pelas chamas, tudo volta ao que era antes. A pradaria, Nietzsche e Voltaire no rio e Satanás não parando de falar, como se nada tivesse acontecido.

Perplexo pelo o que viu e não se contendo em curiosidade perante a passividade de Satanás o ateu pergunta:
- Que porra foi isto?
Satanás responde:
- Era um evangélico. Eles preferem o Inferno desta maneira.


Créditos: Hippies.com.br ; música Arte e Cultura...

terça-feira, 3 de novembro de 2009

A Valsa com Bashir

Enquanto narrativa, o filme do israelita Ari Folman
conta a história de um ex-combatente que tenta recuperar as suas memórias da guerra do Líbano de 1982 - a entrada das tropas israelitas em Beirute, e depois os massacres nos campos de refugiados.

É aqui que se coloca uma questão que é recorrente nestes temas de responsabilidade militar. Até que ponto quem vê percebe o que está a acontecer? Ari não conhece todos os dados desta guerra; aparentemente, tirando as altas chefias políticas e militares, ninguém sabe exactamente porque está ali; as acções de guerra e o avançar dos tanques acontecem como numa excursão, com música de fundo e tudo, e perante as interrupções súbitas da morte ninguém sabe bem o que fazer. E quando o horror dá os primeiros sinais, ninguém se dá conta. Podemos pedir mais a quem tem uma arma nas mãos?

Como lê um soldado o mundo em que se move? Até que ponto o seu distanciamento é uma manobra legítima de sobrevivência, e até que ponto o incrimina? A primeira vez que me deparei com este tipo de debate, a guerra era outra: jornalistas, historiadores e ex-militares alemães discutiam numa série de artigos de jornal até que ponto as tropas regulares da II Guerra Mundial (os que não eram das SS) sabiam dos horrores dos campos de concentração. "Eu vi coisas estranhas, mas nunca me passou pela cabeça que fosse isso" - é uma resposta aceitável?

Chega de inocentes e culpados. A Valsa com Bashir é um filme visualmente poderoso, que vem provar que uma boa animação não precisa dos efeitos hiperrealistas em voga nos filmes da Disney/Pixar, com os seus brilhos e sombras arredondadinhos e perfeitos a tentar simular a tridimensionalidade. A cena de abertura, com a corrida dos cães, é uma alucinação arrebatadora. A expressividade dos rostos, num desenho aparentemente rígido; a banda sonora implacável, a dar uma segunda camada de sentido às imagens; e a visão, finalmente, de um relato do conflito do Médio Oriente que não se resume à contagem regular de mortos e feridos que ouvimos na TV - estes são apenas alguns dos bons motivos para não perder A Valsa com Bashir.

Assista ao Trailer: